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Crítica: Hotel Transilvânia


Monstros famosos como Drácula, Frankenstein, a Múmia, o Lobisomem (e sua família) e até o homem invisível vivem juntos no Hotel Transilvânia, um refúgio para os monstros poderem viver tranquilos longe dos ameaçadores humanos, os quais eles consideram os verdadeiros monstros. Mas a chegada de um humano durante a festa de aniversário de 118 de Mavis, a filha do Drácula, vai alterar completamente a rotina destes hóspedes nesta segunda animação da Sony Pictures Animation (sua primeira animação foi O bicho vai pegar).

É uma animação bonitinha, a meu ver sem maiores pretensões, que deve funcionar bem para as crianças e tirar algumas risadas de adultos. Não é ruim, mas também não é marcante. Você consegue rir em algumas situações, mas não tanto quanto gostaria. A história é simples, tipicamente e propositadamente infanto-juvenil, mostrando paixões de adolescência e dificuldade dos pais em aceitar a nova fase de seus filhos. A história é contada sem grandes exageros ou atropelos. O fato de usarem monstros bem caricatos contribui para maior empatia entre personagens e expectadores, sobretudo as crianças. Alguns personagens são carismáticos e devem conquistar a meninada. Já outros passarão batido ou irão ser apreciados apenas para quem conhece filmes clássicos de monstros e irá reconhecer alguma homenagem.

Bem produzido tecnicamente, tem boas animações, mas um 3D fraco com poucos efeitos pop-up. Visualmente é muito bonito, mas as telas passam rápido. Isso é bom para manter um certo ritmo, mas por outro lado você não consegue prestar atenção em todas as informações presentes na imagem, ainda mais porque algumas tomadas são muito carregadas, com vários personagens sendo exibidos ao mesmo tempo, incluindo protagonistas e coadjuvantes, além de detalhes quanto a cenário e situações.

Aqui no Brasil, como de praxe, quase todos os cinemas exibirão cópias dubladas. Isso nos exlcui de conferir as vozes de atores famosos como Adam Sandler e de Selena Gomez, maior chamariz do longa nos cinemas americanos. Não percebi se temos algum famoso na dublagem brasileira - e caso tenha, não está sendo divulgado. Como também não pode faltar em animações voltados para o público infantil, temos as famosas lições de moral quanto a tolerância racial e respeito às diferenças. Enfim, vale como um entretenimento durante uma tarde monótona. Só não assista achando que o filme vai salvar seu dia.

P.S. Interessante que nem esse filme poupa a Saga Crepúsculo. Quem mandou fadinha querer ser chamada de vampiro...

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